domingo, 9 de março de 2008

RIOS DA ALMA



É nos invisíveis rios da alma
Que te revejo e esculpo
Como se fosses mármore
Trabalhado na brandura
Da minha calcinada fúria
É no silêncio das palavras
Que falo em surdina
Do que penso e não digo
É lá que te encontro
Que te perco
Que te beijo
Que te mato
Que te esqueço
Para de novo renasceres!
É nos invisíveis rios da alma
Que afago todas as amarguras
Como se fosses a branca espuma
Dos meus olhos desfigurados
Cansados de te procurar
É na deprimência das lágrimas
Que te revejo e desfaço
Como se fosses um terrível nó
Que já não quero desatar!

Autoria: Vóny Ferreira

4 comentários:

Nanny disse...

Lindo este poema, e diz-nos tanto, não é?

Temos de combinar o café, sério!

E que pouca vergonha é esta de vires para aqui pedir desculpas públicas ali ao lado? lolol

Tonto!

Gostei deste layout, o outro custava a ler :P

Beijinhos e mu@@@@@s para ti

Sandra disse...

:)

ahhhhhh tens um brog novo e assim, num sabia, mas fikei a saber, a num ser q num keiras keu saiba :)

xinhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuus pa tu da lua

João disse...

já sabes como sou eu nanny....
fica combinando o cafézinho...
mu@@@@@@@@@@ winda

João disse...

Aie aie aie Sandra...
nada disso.. e nem penses em tal
a culpa é minha..e aliás estou aqui graças a ti, lembraste... quem é que me " bateu" tanto para fazer um blog... quem....? tu...
és uma das poucas pessoas especiais que tenho acredita
desculpa... mas jamais foi essa a intenção
beijinhossssssssss enorme linda Luazinha